terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Alquequenje

Physalis alkekengi

Essa planta da família dos phytsilios é comum em jardins, os envoltórios de suas sementes são semelhantes as lanternas chinesas.
Descrição : Planta da família das Solanaceae, também conhecida como erva-noiva, cereja-de-judeu, cereja-de-inverno, groselheira-do-cabo, erva-pedra, erva-das-serpentes, maçã-do-amor e principalmente, lanterna chinesa.
Herbácea perene que alcança de 40 a 60 cm de altura, seu cálice de cinco lóbulos é dilatado no tempo da maturação e formando uma espécie de bexiga de cor vermelha viva ou alaranjada.
Esta planta se caracteriza principalmente pelo seu fruto vermelho como uma cereja e que nasce no meio do cálice de sua flor, sendo esta também de cor avermelhada; além das flores, que vêm em segundo lugar, é sobretudo o fruto que se utiliza como medicamento, seu sabor é agridoce.
Propriedades medicinais: Depurativo, diurético, antisséptico, sedativo, laxante, refrescante.
Alquemquenje
Indicações:
Atonia intestinal, bexiga, febre, fígado, gota, intestinos.
Quase todos os autores que tratam de plantas medicinais assinalam o alquequenje como diurético.
Raymond Dextreit (1960) classifica os frutos como refrescantes, diuréticos e febrífugos.
As suas bagas podem ser indicadas tanto para uso interno como externo.
Modo de usar :
Para uso interno recomenda-se o suco de dois punhados de fruto para um litro de água, o que se obtém deixando cozinhar durante vinte e cinco minutos, tomar à vontade.
Para uso externo, toma-se a planta inteira deixando-a ferver por cinco minutos, na medida de 2 a 4 punhados por litro de água.
Usa-se em loções ou instilações.
Na culinária pode ser usado na preparação de doces, salada de frutas, geleias, bolos, molhos.
Alquequenje
Curiosidade : Conta-se que um cidadão de Estrasburgo, no século XVII, afetado pela gota, ao ponto de ficar de cama seis meses, foi curado porque comia, a cada mudança de lua, oito bagas de alquequenje, o que provocava a limpeza dos rins, tornando espessa a sua urina.
Nunca mais voltou a sofrer da moléstia. Pode também ser tomado como diurético e antiácido o seguinte preparado: cozer durante minutos e, em seguida, deixar em infusão 10 minutos, 60g de bagas dessecadas num litro de água.
Plantio : Não apresenta dificuldades, tolera geadas, e não gosta de climas extremamente úmidos e quentes.
Germinação : manter as sementes de 4 a 6 semanas na geladeira em pó de coco ou algum substrato semelhante, apenas úmido antes de semear.
Colheita : se inicia em cerca de 120 dias após o plantio e pode se estender por um período de a 8 meses, é bastante rústica, exige poucos cuidados.
Alquequenje

Alchemilla vulgaris

O nome alquemila em árabe significa alquimista, devido a influência que acreditava-se que essa planta tinha.
Descrição : Planta da família das Rosaceae, também conhecida como pé-de-leão e alquemila.
Planta com meio metro de altura, com folhas grandes, redondas, que possuem de sete a nove lóbulos, são finamente dentadas.
Pequenas flores estrelares formam as panículas.
Seu nome deriva de palavra árabe alkemelych, que significa alquimísta, porque os alquimistas acreditavam que as gotas de orvalho em formato de diamante que se prendem às folhas sanfonadas da alquemila armazenavam alguma sutil influência benigna da planta, usando-as em muitas poções místicas.
Parte utilizada: parte aérea.
Conservação : Deve ser colhida e seca depois de desabrochar plenamente.
A raiz pode ser seca ou fresca.
Plantio : É encontrada nos campos, pode ser cultivada no jardim.
Aceita tanto o sol como a sombra.
Princípios Ativos: ácidos palmítico e esteárico, ácido salicílico, flavonoides, fitosterol, saponosídeos, taninos gálicos e elágicos.
Propriedades medicinais: tônica, adstringente (antidiarreico, hemostático, cicatrizante-reepitelizante), bactericida; refrescante, antipirético, analgésico, diurético, cicatrizante, regulador da circulação (venotônico, vasoprotetor), antiesclerótico.
Indicações: afecções urinárias (cistite, ureterite, uretrite, oligúria, urolitíase), anexite, aumentar a resistência capilar, conjuntivite, contusões, dermatite, diabete, diarreia, dismenorreia, dor de cabeça (por má digestão), edemas, eritema, estria, faringite, febrites, feridas, gota, gripe, hemorróidas, hidropisia abdominal, hiperazotemia, hiperuricemia, hipertensão arterial, melhorar a elasticidade das veias, metrorragias, parodontopatias, prurido, reduzir a permeabilidade capilar, resfriado, ulceração dérmica, ulceração corneana, úlcera varicosa, varizes, vulvovaginite.
Contraindicações/cuidados: gastrite, úlcera gastroduodenal.
Os taninos podem irritar a mucosa digestiva.
Para diminuir este risco associar a drogas demulcentes, como o malvaisco; Hipertensão, cardiopatia e insuficiência renal, só sob prescrição e controle médico, ante o perigo de produzir uma descompensação tensional.
Pode causar irritação de mucosas e hipotensão.
Modo de usar:s
Uso interno:
- infusão por 20 minutos, 50 g de folhas de alquemila em um litro de água fervente.
Tomar duas ou três xícaras por dia: anexite;
- Infusão de 50 g de folhas de alquemila em um litro de água fervente, deixando repousar por 25 minutos.
Tomar duas ou três xícaras por dia: dismenorreia;
- infusão de 60 g de folhas de alquemila em um litro de água fervente por 20 minutos.
Tomar três xícaras por dia: dor de cabeça (provocada por má digestão), hidropisia abdominal; Obs..: dê preferência quando for fazer uso interno, por fazê-lo antes das refeições.
Uso externo: compressas, lavagens, colutórios, gargarejos, irrigações vaginais;
- Infusão de 60 g de folhas de alquemila em meio litro de água fervente.
O líquido morno em compressas e lavagens, várias vezes ao dia.
Evita inflamação causada por contusões e pancadas;
- decocção de 80 g de folhas de alquemila em um litro de água, ferver por dez minutos.
Empregar o líquido em compressas e lavagens: úlcera varico
Alquiemila

ALPÍNIA

Alpinia galanga

Essa planta da família dos gengibres pode ser um aliado nos problemas estomacais como a gastrite, mais basicamente é uma planta ornamental.
Descrição : Planta da família das Zingiberaceae, também conhecida como Alpínia calcarata ou Gengibre-vermelho.
O gênero Alpínia foi nomeado por Lineu em homenagem ao botânico Prospero Alpini.
O gênero compreende cerca de 400 espécies espalhadas nas regiões tropicais.
Planta de porte médio que possui flores pequenas de coloração branca e brácteas vermelhas ou róseas, em hastes eretas.
Alpínia
Parte utilizada: Rizoma.
Origem: Ásia, Indonésia, Oceania
Princípios Ativos: Galangol, taninos , amido, gingeroles, galangina, cálcio, beta-careoteno, proteínas, tiamina, resina, óleos essenciais.
Propriedades medicinais: Antiespasmódica, anti-inflamatória, aperiente, aromático, bactericida, digestivo, estimulante, expectorante.
Indicações: Anorexia, dispepsias flutulentas, distúrbios estomacais, falta de apetite, gastrite, inflamação dos tecidos celulares.
VEJA TAMBÉM OS VÍDEOS SOBRE A ALPÍNIA
TAXINOMIA DO GÊNERO ALPÍNIA
Alpinia abundiflora
Alpinia acrostachya
Alpinia caerulea
Alpinia calcarata
Alpinia conchigera
Alpinia emaculata
Alpinia galanga
Alpinia javanica
Alpinia melanocarpa
Alpinia mutica
Alpinia nutans
Alpinia officinarum
Alpinia petiolata
Alpinia purpurata
Alpinia pyramidata
Alpinia rafflesiana
Alpinia speciosa
Alpinia striata
Alpinia zerumbet
Alpinia zingiberina

Malva Almiscarada

Malva moschata

Essa flor pode ser considerada um dos substitutos do almíscar selvagem, que é extraído das glândulas do servo almiscarado.
Descrição : Planta da Família das Malvaceae.
Essa planta junto com o "almíscar comum" ( Mimulus inoschalus ), na madeira-almiscarada , e nas "semente de almíscar" do Hibiscus abelmoschus, pode ser usado na fabricação do famoso perfume, não fica tão bom, porém evita a matança animal.
Parte utilizada: Folhas e flores.
Origem : Europa (Portugal incluído) e do sudoeste da Ásia, encontrando-se, porém, naturalizada noutras regiões, incluindo na América do Norte.
Surge espontânea em terrenos incultos e, com frequência, à beira dos caminhos.
Princípios Ativos: Ácido ascórbico, beta caroteno, cálcio, ferro, fósforo, mucilagem, riboflavina, tiamina, malvina, malvidina.
Propriedades medicinais: anti-inflamatória, aperiente, expectorante, galactagoga.
Indicações: Inapetência, problemas estomacais e intestinais, tosse, gastrite, aumentar o leite nas lactantes, inflamações na boca, gengivas e garganta, abscessos de queimaduras.
Também é cultivada como planta ornamental.
Modo de usar:
Na forma de enxágues, é usado para tratar e curar abscessos de pequenas queimaduras.
Em Portugal suas folhas são usadas em forma de saladas e quando cozidas são usadas em xaropes para tosse e óleos para a pele.
Podem-se esfregar as folhas nas mordidas de insectos para acalmar a inflamação.
Almíscar

O PODER DO ALHO MEDICINAL

Allium sativum

Além das propriedades nutricionais, o Alho é um poderoso antibiótico natural, essa planta de cultivo milenar veio da Europa, trazida pelos colonizadores da América e é consumido em grande escala na culinária brasileira. Sendo considerado por médicos e profissionais de saúde uma das plantas medicinais mais versáteis e eficazes.
Descrição : Da família Liliaceae, também conhecido como alho-comum, alho-da-horta, alho hortense, alho manso.
Herbácea com raiz constituída de pequenos dentes ou bulbilhos, de flores brancas, amarelas ou vermelhas, aroma forte, folhas estreitas e raízes profundas.
O alho é uma planta perene, com um caule florido, ereto e alto que pode chegar a quase 1 metro de altura.
A planta produz flores de cores rosa clara até a roxa, que florescem no início do verão.
O bulbo do alho é composto por folhas escamiformes (os 'dentes' de alho) que contém o odor característico do alho e é a parte comestível da planta.
Uma das plantas medicinais mais importantes do mundo, o alho é também uma das mais investigadas, havendo mais de 1000 documentos publicados sobre a sua atividade terapêutica.
Parte utilizada : Bulbo.
Habitat e origem : Originário da Ásia ocidental e Europa.
História: Há cerca de 5,000 anos o alho tem sido usado medicinalmente, sendo considerado por médicos e profissionais de saúde uma das plantas medicinais mais versáteis e eficazes.
O nome 'Allium' vem da palavra celta 'ali', que significa picante ou acre.
O alho era considerado um artigo de troca valioso no Egito antigo, seu uso, para dar vigor e resistência contra doenças aos construtores das pirâmides, foi descrito nas inscrições da grande pirâmide de Quéops.
Na índia era utilizado no tratamento de mordeduras de serpentes e para tumores abdominais.
Todos os grandes físicos clássicos tais como AristófanesDioscorides, Hipócrates e Galeno prescreveram Allium sativum L contra doenças que iam desde desordens intestinais até ao envelhecimento e degeneração prematura.
O historiador romano Plínio enumera sessenta e uma doenças contra as quais o alho tinha ótimos efeitos tais como asma, distensões e dores de dentes.
Os usos populares do alho são variados já usado para o tratamento da lepra em seres humanos e até para o controle de desordens de coagulação em cavalos.
Na idade média, os médicos prescreviam a erva para curar a surdez, era crença popular que o alho protege contra o diabo e os vampiros, o que atesta o seu poder enquanto medicamento, sobretudo contra infecções.
Os índios americanos usaram o alho como um remédio para dores de ouvido, flatulência e o escorbuto. Durante a 1a. Guerra Mundial, era o antibiótico do exército inglês.
Plantio
O seu plantio deve ocorrer nos meses de março e abril.
Multiplicação: reproduz-se por dentes (parte do bulbo); Cultivo: plantio em canteiros com bastante húmus, com espaçamento de 0,25 X 0,25 m. Faz-se o uso de cobertura morta para conservação da umidade. Irriga-se diariamente por infiltração;
Colheita: Conserve-os em local seco, arejado e com pouca luz. A colheita é feita quando as folhas começam a ficar amareladas, feita no final do verão.
Modo de Conservar : A planta toda deve ser arrancada, as hastes amarradas em feixes e colocadas para secar ao sol. A cabeça deve ser armazenada em ambiente seco e arejado, ao abrigo da luz solar.
Propriedades : Amebicida, antiagregante plaquetário, antiasmática, antibiótico, antifúngica, antigripal, anti-hipertensiva, anti-inflamatório, antimicrobiana, antirreumática, antisséptica, antitóxica intestinal, antitrombóbita, antiviral, digestiva, bactericida, bactericida intestinal, carminativa, depurativo do sangue; desinfetante, digestiva, diurética, emoliente, estimulante, excitante da mucosa estomacal, expectorante, febrífugo, hepatoprotetora, hipoglucemiante, hipolipemiante (inibe a síntese de colesterol e triglicerídeos), hipoviscosizante (reduz a viscosidade plasmática); odontálgica, rubefasciente enérgico, sudorífera, vasodilatadora periférica, vermífuga (solitária e ameba).
Princípios Ativos: ácido alfa-aminoacrílico; ácido fosfórico livre; ácidos sulfúrico; ajoeno (produzido por condensação da alicina); açúcares (fructose, glucose); alil; alil-propil; aliína (que se converte em alicina); aliinase; aminoácidos (ácido glutamínico, argenina, ácido aspártico, leucina, lisina, valina); citral; desoxialiina; dissulfeto de dialila; dissulfeto de dietila; felandreno; galantamina; geraniol; heterosídeos sulfurados; insulina; inulina; linalol; minerais (manganês, potássio, cálcio, fósforo, magnésio, selênio, sódio, ferro, zinco, cobre); nicotinamida; óleo essencial (muitos componentes sulfurosos, dentre eles: disolfuro de alil, trisolfuro de alil, tetrasolfuro de alil); óxido dialildissulfeto; polissulfeto de dialila; prostaglandinas A, B e F; proteínas; quercetina; sulfetos de vinil; trissulfeto de alila; vitaminas (A, B6, C, ácido fólico, pantotênico, niacina). 100 g de alho contém aproximadamente: Água: 59 g; Calorias: 149 kcal; Lipídios: 0.5 g; Carboidratos: 33.07 g; Fibra: 2.1 g; Manganês: 1672 mg; Potássio: 401 mg; Enxofre: 70 mg Cálcio: 181 mg ; Fósforo: 153 mg; Magnésio: 25 mg; Sódio: 17 mg; Vitamina B-6: 1235 mg; Vitamina C: 31 mg; Ácido glutamínico: 0,805 g; Argenina: 0,634 g; Ácido aspártico: 0,489 g; Leucina: 0,308 g; Lisina: 0,273 g;
Indicações : Acne, afecções da pele, afecções nervosa e histérica, ácido úrico, afecções genitourinárias (cistite, ureterite, uretrite, pielonefrite, urolitíase), afecções respiratórias (abscessos pulmonares, asma, bronquite, coqueluche, defluxo, enfisema, faringite, gripe, pneumonia, resfriado, tuberculose), angina, arteriopatias, arteriosclerose, artrite, calcificação das artérias, cálculo na bexiga, calos, caspa, catarro, coadjuvante em tratamentos de diabetes, cólera, colesterol alto, dermatomicoses, diabetes, diarreia, difteria, distúrbios intestinais, doenças cardíacas, dores de cabeça, dores de dente, dores de ouvido (+surdez), edemas; enfermidades do fígado, dos rins e da bexiga, enxaqueca, escorbuto, esgotamento, estimulação do sistema imunológico, falta de apetite, febre, ferimentos (prego enferrujado, espinho, madeiras, vidros e materiais plásticos), gangrena pulmonar, gota, hemoptise, hemorróidas, herpes, hidropisia, hiperglicemia, hiperlipidemias, hiperqueratose, hiperuricemia, hipocondria, histeria, impingem, impurezas na pele, infecções bacterianas, infecções fúngicas, insônia, intoxicação nicotínica, manchas da pele, melancolia, menopausa, micose, nefrite, nervosismo, obesidade, palpitações cardíacas, paralisação do fígado e do baço, parasitose intestinal, paludismo, parodontopatias, picadas de insetos (coceira e dor), pressão alta, pressão baixa, prevenção de disenterias amebianas, prevenção de tromboembolismos, prisão de ventre, problemas circulatórios, retinopatia, reumatismo, rouquidão, sarda, sarnas, sensação de medo, sífilis, sinusite, tifo, tinha, tosse, triglicerídeos altos, tumores, úlceras, varizes, vermes, verrugas.
Modo de Usar :
Tempero de carnes, peixes, verduras, legumes; como ingrediente de sopas, suflês, bolos salgados;
Unguentos: misturar a polpa do alho amassado em óleo de oliva. Este unguento de ser aplicado sobre o local, protegendo-o com gaze para os calos.
Cataplasma: espremer alguns dentes de alho, colocando sobre uma lã quente. Aplicar sobre a região afetada: reumatismo, tumores. Colocado ao longo da coluna espinhal e em cima do tórax de crianças, é muito útil em pneumonia; colocado em cima da região da bexiga, tem demonstrado eficácia na descarga de urina quando a retenção é devido a bexiga paralisada; Colocar sobre verrugas por 12 noites consecutivas para eliminá-los.
Decocção :
Inflamação na garganta: um dente de alho batido, sumo de limão e uma colher de mel de abelha. Mistura-se e aplica-se na região interna da garganta;
Óleo e infusão:
Insônia, hipertensão, tuberculose, resfriados, tosse, bronquite, feridas infecciosas, reduz o colesterol ruim. maceração de um ou dois dentes de alho amassado em um copo com água. Tomar um copo três vezes ao dia: gripe, resfriado, tosse, rouquidão;
Tintura: moer uma xícara (cafezinho) de alho dentro de um recipiente contendo 5 xícara de álcool 92º GL, deixar em maceração por 10 dias, coar. Tomar 10 gotas em meio copo de água três vezes ao dia, para problemas do aparelho respiratório (gripes, etc.). Para hipertensão utilizar uma colher de chá da tintura em meio copo de água três vezes ao dia ou comer dois dentes de alho pela manhã;
Vermífugo: comer três dentes de alho pela manhã em jejum durante sete dias ou em infusão, com leite. Toma-se três ou quatro vezes ao dia. Amassar um dente de alho em uma colher de sobremesa de azeite de oliva morno.
Dores de ouvido: pingar três gotas no ouvido e tampar com algodão. Bebido combate a prisão de ventre, estimula a secreção dos sucos gástricos e intestinais, favorecendo a digestão.
Arteriosclerose: comer na alimentação 3 dentes de alho crus picados, 3 vezes por semana, durante 3 meses.
- um dente de alho grande, pica-se e coloca-se no liquidificador com um copo duplo de leite desnatado. Deixar de molho 10 minutos para então bater. Após bater, deixar repousar por alguns minutos e depois colocar no copo e tomar.
Fazer isso todos os dias de preferência em jejum ou antes de dormir. Pode-se usar em lugar do leite suco de limão.
- alho assado colocado em dente cariado detém a dor;
- alho cru: 1 a 4 dentes ao dia;
- misturar partes iguais de suco de alho, óleo de amêndoas doces, glicerina. Pingado no conduto auditivo cura vários casos de surdez;
- maceração de 100 gramas de alho em 400 gramas de álcool. Tomar uma colher de média antes de dormir: problemas circulatórios;
- sarna: esfregar a parte afetada com alho triturado em azeite de oliva;
- problemas circulatórios: 10 g de tintura, três vezes ao dia; - tomar 6 gotas ao dia de extrato fluído. Diurético: elimina líquidos corporais, em casos de reumatismo, hidropisia, edemas, e problemas na bexiga;
- tomar 7 gotas de óleo essencial ao dia: processos infecciosos do aparelho respiratório e digestivo (estimula o fígado, a vesícula e o pâncreas);
Desinfetante de mordeduras ou picaduras de animais, insetos e afecções da pele: molhar a zona afetada com uma gaze molhada em tintura de alho (doze noites consecutivas);
Receitas especiais : A) xarope expectorante de alho e gengibre: . Faça uma mistura de 250 ml de gengibre ralado e 250 ml de alho amassado e coloque em um litro de vidro bem limpo, ocupando aproximadamente metade do espaço; . Adicione 100 ml de pinga, uísque ou conhaque; . Complete com mel de abelhas deixando apenas o espaço para a rolha. Lacre a rolha com cera, resina ou breu e guarde em um armário escuro por cerca de seis meses. . Tomar uma colher de sopa duas a três vezes ao dia; B) Extrato para todos os males relacionados, especialmente para os aparelhos circulatório e respiratório e para desintoxicação: Bater no liquidificador 350 g de alho descascado com 250 ml de aguardente alemã; . Colocar na geladeira, em um vidro bem tampado, por 12 dias; Coar em um tecido fino, espremer bem; Colocar em um vidro escuro ou protegido contra a luz com papel alumínio e conservar na geladeira; Após mais dois dias, colocar parte em um recipiente conta-gotas de mais ou menos 50 ml (conservar também na geladeira. Ao acabar o conteúdo do conta-gotas, higienizá-lo e enchê-lo novamente, repetindo este procedimento até acabar todo o produto);
Toxicologia : Contra indicado para pessoas com problemas estomacais e de úlceras. Inconveniente para recém-nascidos e mães em amamentação e, ainda em pessoas com dermatites. Em doses elevadas pode provocar a dor de cabeça, de estomago, dos rins e até tonturas.
Efeitos colaterais e precauções: Em altas doses, pode causar irritação gástrica, náuseas e odor no hálito e na pele. Embora o alho seja usado extensivamente para finalidades culinárias com essencialmente nenhum efeito colateral, a segurança do uso de extratos concentrados por um período prolongado é desconhecida. A ingestão de uma dose única de 25 ml do extrato fresco.
Não há nenhum estudo que tenha avaliado o efeito do alho e seus extratos em pessoas que requerem um controle restrito da glicose no sangue, mas o potencial para interações sérias deve ser lembrado.
Posologia: Dosar o alho é complicado devido a sua volatilidade e a instabilidade dos componentes importantes e por causa de produtos como "alho desodorizado," extratos "envelhecidos", e óleos destilados.
As doses de bulbos frescos usados nos ensaios clínicos para o hiperiipidemia ou aterosclerose variam entre 2 a 4 g/dia e o consumo diário de 2 a 12 mg também foi proposto. Porque o alho é um gênero alimentício extensamente consumido, sua dosagem permanecerá uma questão de tolerância pessoal. Óleo de alho: 0,03 a 0,12ml até 3 vezes ao dia. Extrato seco: 100 a 250 mg por supositório para oxiúros. Tintura: 2 a 4ml até 3 vezes ao dia diluídos em água. 2 a 3 dentes em infuso até 3 vezes ao dia. Crianças tomam de 1 /6 a 1 /3 das doses de acordo com a idade.
Alho
Interação medicamentosa: Não interfere com o Alprazolam, Dextrometorfan e Rrionavir. Saquinavir, reduz a concentração plasmática do saquinavir.
A coadministração de suplementos de alho diminui a área sob acurva de concentração plasmática versus tempo do saquinavir em 51 %, e reduz em 49% o nível de vale do saquinavir (8 horas após a administração do saquinavir), e também diminuiu a concentração plasmática máxima da droga em 54%;
Varfarina: Nenhum estudo relatou uma interação entre a administração da varfarina e ingestão do alho. Há relatos de inibição da agregação das plaquetas em indivíduos que consomem o alho, esta ação pode aumentar o risco de sangramento quando combinada com a varfarina.
Relatos de casos de indivíduos que ingeriram alho foram associados com o hematoma espinal epidural espontâneo, prolongação do tempo de coagulação com aumento do sangramento e hemorragia.
Em contraste, um estudo duplo-cego e placebo controlado em 14 homens, não encontrou nenhum efeito do alho na agregação das plaquetas do alho causou queimação na boca, esôfago e o estômago, náusea, transpiração, e tontura.
A segurança de múltiplas doses desta quantidade não foi definida. Raramente, a ingestão pode também causar uma reação anafilática.
A exposição tópica a dentes de alho esmagados, crus por 3 a 5 minutos resultou em uma dermatite de contato tóxica .
Adicionalmente, a exposição repetida à poeira do alho pode induzir reações asmáticas.
A alergia à poeira do alho, apresentada pela tosse, dificuldade em respirar, pressão torácica, obstrução e produção de secreção nasal, espirros, coceira nos olhos e olhos lacrimejantes, é relativamente rara.