domingo, 17 de fevereiro de 2019

NÊSPERA JAPONESA OU AMEIXA AMARELA

Nêspera Japonesa ou Ameixa Amarela
Nome científico: Eriobotrya japonica
Originária do sudeste da China, é conhecida no Brasil como ameixa-amarela e em Portugal como magnório.
Árvore que não ultrapassa os 10m de altura, tende a permanecer menor do que isso. As folhas rígidas possuem bordas serrilhadas e são bem verde-escuras, formando um belo efeito com as demais folhagens. As flores brancas surgem em pequenos cachos geralmente no início do inverno. As frutas da nespereira são ovais, com casca aveludada e macia de cor amarelo-alaranjada, às vezes rosada. A polpa é suculenta e doce ou ácida, dependendo da variedade e maturação da fruta. 
A nêspera é comparada à maçã em muitos aspetos, como na presença do alto teor de açúcar, acidez e pectina. É consumida in natura e combina bem com outras frutas frescas ou em saladas de frutas. Por serem mais firmes, as nêsperas quase maduras são melhores para tortas. As frutas também são muito usadas para geleias e são apreciadas em compotas, licores ou vinhos.
Um tipo de nêsperas em calda é usado na medicina tradicional chinesa como expetorante e para acalmar a garganta.
Planta bastante rústica, tem boa adaptação a diferentes climas e solos, porém deve ser cultivada a sol pleno para que produza melhores frutos.

PITAYA VERMELHA DE POLPA VERMELHA

Pitaya Vermelha de Polpa Vermelha
Muitos frutos de cactos nativos da América Central ficaram genericamente conhecidos como Pitayas, por isso há distintas variedades para essa planta. As que possuem pele e polpa vermelhas costumam ser Hylocereus costaricensis.
Há uma série de vantagens no plantio de Pitayas, porque é uma cactácea muito ornamental, produz belíssimas flores grandes e brancas, pode ser utilizada para cobrir muros (ficando pendente neles) e ainda dá maravilhosos frutos! 
Por conta da casca irregular de gomos escamosos dos frutos, as pitayas também são conhecidas como Fruto do Dragão. Possuem polpa doce e macia, de sabor suave que se compara ao kiwi e ao melão. Podem ser consumidas in natura (pura ou acompanhando saladas) ou como matéria prima de doces, geleias, iogurtes, sorvetes, tortas, suco, e até vinho! Das flores se faz chá.
 
As propriedades medicinais da Pitaya são velhas conhecidas dos povos nativos do Velho Mundo, e hoje sabe-se que são ricas em fibras (em Taiwan diabéticos a usam como substituo para o arroz) e minerais (sendo as amarelas mais abundantes em zinco e as vermelhas em ferro), possuem quantidade significativa de antioxidantes e previnem radicais livres. Há estudos que considerem que o consumo de pitaya pode aumentar a excressão de metais pesados, diminuir colesterol e regular a pressão sanguínea. Comê-las regularmente alivia doenças crônicas do sistema respiratório. 

PITOMBA

PitombaNome científico: Talisia esculenta
Nativa brasileira, a pitomba pertence à família Myrtaceae e também é conhecida como curuiri, que em guarani significa "o que brota em feixes ou ramos".
Árvore que quando cultivada a pleno sol tende a permanecer com altura entre 2 e 4m, mas na mata pode alcançar até 10m. Possui copa piramidal e densa, com brotações amareladas. O fruto é pequeno, arredondado, comestível e muito saboroso, riquíssimo em vitamina C. De janeiro a abril é facilmente encontrado nos estados do Nordeste do Brasil, onde é mais comum seu consumo in natura do que em receitas culinárias.
Como é rústica, adapta-se a uma série de condições tanto de clima quanto de solo. É boa opção até para arborização urbana, pois não exige manutenção e atrai pássaros.

NONI

Noni

ROMÃ

Romã
Nome científico: Punica granatum
Nativa do Oriente Médio, a romã recebeu ao longo do tempo significados de prosperidade. Pelos gregos era considerada símbolo do amor e da fecundidade, e para os judeus possui profundo significado no ritual do ano novo pois acredita-se que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora.
Por ser de pequeno porte, essa arvoreta pode ser cultivada em vasos com sucesso, desde que recebam boa luminosidade. As bonitas flores da romazeira são vermelho-alaranjadas e podem ser simples ou dobradas. Além de sementes envolvidas por uma saborosa película que pode compor sucos e refrescos, a romãzeira possui uma série de propriedades medicinais tanto na casca dos frutos (usada na forma de chás para inflamação de garganta) ou nas folhas. É indicada para tratar afecções da boca, afecções dos olhos, afecções da pele, amigdalites, cólicas intestinais, envelhecimento, doenças cardíacas, com propriedades anti-sépticas, antiinflamatórias, antioxidantes, adstringentes, diuréticas.
Tem boa adaptação a diferentes tipos de clima e solo. Sua popularidade no paisagismo tem aumentado muito nos últimos tempos porque é de fácil cultivo e belo aspecto ornamental.
Pode ser cultivada em grande variedade de solos, preferindo os profundos, sempre a sob sol pleno. Rústica, tolera moderadamente a salinidade, as secas e o encharcamento. Resiste às temperaturas baixas de inverno e é sensível às geadas tardias de primavera.