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quarta-feira, 22 de maio de 2019

FOLHA DA FORTUNA


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FOLHA DA FORTUNA – (FOLHA DA COSTA)
É uma folha bastante conhecida e utilizada dentro dos rituais da umbanda e candomblé,é uma planta de fácil cultivo,brota com facilidade em terras úmidas.
Essa folha,representa a multiplicação e a prosperidade,capaz de multiplicar qualquer axé,trazendo tudo de melhor,afastando toda energia negativa,e trazendo muitas realizações,uma folha que não pode faltar dentro dos rituais da umbanda.
Na medicina,é usada para afecções da pele,como feridas,cortes,furúnculos e dermatoses em geral.
A folha da costa,trás boas influencias aos banhos de axé.
Uma folha que age como purificação,cura de doenças,neutralizador de negatividade.
Essa erva,por todo seu axé,é ótima para ter em casas,comércios,casas de axé,trazendo sempre boas energias e fluidos.

Excelente erva para ser usada em rituais de prosperidade.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

FOLHA DA FORTUNA

Bryophyllum pinnatum ou Bryophyllum calycinum

Essa planta tem a pricipal característica do tratamento de doenças de pele que provoquem danos celulares.
Descrição: Planta da família das Crassulaceae,(FERRI, 141) folha da costa, coirama, coiraman branca, coirama brava, sempre viva, folha milagrosa, roda do fortuna, orelha de monge efolha grossa (LORENZI, 185).
É uma planta sublenhosa, perene, carnosa, 1,5 de altura; caule de cor mais clara e os demais avermelhados; flores hermafroditas, tubulosas, penduladas, verde pálidas ou amarelo avermelhadas.
É uma planta muito resistênte e necessita de pouca humidade.
Partes utilizadas: Folhas frescas.
Indicações: Coqueluche e demais afecções do aparelho respiratório. Tratamento de úlceras e gastrites.
Seu principal uso é no tratamento de enfermidades que provoquem danos celulares, como urúnculos, queimaduras, gangrenas e cancros. (BUNN, 108)
Habitat: Originária da África
História: É usada como uma panaceia pela população indígena e ribeirinha e na medicina tradicional de outras regiões brasileiras e de outros países ao longo do mundo há centenas de anos.
Uso pediátrico: As mesmas indicações possíveis
Uso na gestação e na amamentação: contraindicada. É estimulante uterina. Não há Informações sobre seu uso na lactação.
Princípios Ativo: Mucilagens, taninos , ácidos gástricos, sais minerais e glicosídios.
Modo de Usar :
cataplasma - aquecer a folha e colocar sobre o local afetado no caso de furúnculos, em queimaduras ou outros ferimentos fazer uma pasta com a folha e colocar sobre a região machucada.
Suco - bater no liquidificador 1 folha com 1 xícara de chá de água. Tomar 2 vezes ao dia, entre as refeições.
Contraindicações : Gravidez para pacientes com deficiência Imunológica.
Posologia: Adultos: Suco de 1 colher de sopa de folhas frescas centrifugado, 2 vezes ao dia em uso Interno para as principais indicações: 1 colher de sopa de folhas frescas amassadas em pilão e acrescentadas a 1 xícara de leite morno para tosses, até 3 vezes ao dia.
Para úlceras estomacais e corno cicatrizante do aparelho gastrointestinal tomar 1 xícara 2 vezes ao dia, entre as principais refeições: 1 colher de sopa de folhas frescas amassadas em pilão, filtradas e acrescentadas a 1 colher de sopa de glicerina, pingar 2 a 3 gotas no ouvido dolorido 2 vezes ao dia: ou aplique em uma compressa sobre as áreas doloridas, 3 vezes ao dia; 3 a 6 colheres de sopa de folhas frescas amassadas em pilão até formar uma pasta, aplicadas topicamente para afecções da pele, durante 15 minutos, 2 vezes ao dia: 1 colher de sopa de folhas frescas em infuso em 1 xícara de água em uso interno para afecções urinárias, ingurgitamento dos vasos linfáticos e edemas dos membros Inferiores.
Crianças tomam de 1./3 a I;, dose. de acordo com a idade
Interação medicamentosa: Pode potencializar o efeito de barbitúricos; Pode potencializar o efeito de glicosídeos cardiotônicos digoxina e digitoxina: Pode potencializar o efeito medicamentos imunossupressores. Pode potencializar o efeito dos depressores do SNC
Precauções: Evitar seu uso por longos penados por seu efeito imunossupressor.
Folha da Fortuna
Farmacologia: A planta é muito rica em princípios ativos: A folha contém um grupo de princípios ativos - bufadienólideos - que tem despertado grande interesse dos cientistas. São muito semelhantes e estruturam a atividade a outros dois cardiotônicos: digoxina e digitoxina que são usados no tratamento clínico da doença cardíaca congestiva e complicações.
Eles demonstraram atividade antibacteriana, antitumoral, câncer preventivo e inseticida: A maioria dos usos tradicionais têm sido confirmados por pesquisas.
O Uso tradicional para infecções internas e externas são comprovadas. As folhas são antibacterianas, antivirais e antifúngicas, comprovadamente in vitro contra staphylococcus, E. coli. shigella. bacillus e Pseudômonas. Inclusive uma linhagem multidroga resistente. Um extrato aquoso de folhas de Kalanchoe em uso tópico e interno, preveniu e tratou Leishmaniose em humanos e animais.
O suco das folhas tem potente ação antihistaminica e antialérgica. Justificando seu uso tradicional em afecções respiratórias superiores e tosses. Num estudo in vitro com cobaias o suco das folhas demonstrou capacidade de proteger de reações anafiláticas quimicamente induzidas e morte pelo bloqueio seletivo dos receptores de histamina do pulmão.
Outro estudo in vitro confirmou o uso do extrato da folha em úlceras gástricas, protegendo cobaias de indutores de úlceras como stress, aspirina, etanol e histamina. Houve confirmação de efeito diaforético e efeito analgésico, anti Inflamatório e relaxante muscular: A ação anti-inflamatória é atribuída em parte aos efeitos imuno-moduladores e imuno-supressores documentados em pesquisa científica o extratos e suco da fruta suprimem reações imunológicas tanto desencadeadoras de resposta inflamatória quanto histamínica.
Foram demonstrados efeitos sedativos e depressores do SNC em estudos com animais, o extrato das folhas aumenta os níveis do GABA (ácido gama-aminobutírico), neurotransmissor cerebral: Onde cresce a planta, há seu uso na medicina popular com seus principais efeitos confirmados em pesquisas com cobaias, não é difícil entender o porque.
Nas afecções respiratórias superiores, problemas gastrointestinais, infecções da pele, olhos e ouvidos é considerada uma "folha milagrosa".
As pesquisas conduzidas com ratos provaram que a folha não apresenta toxidade com dosagens superiores a 5g/Kg de peso corporal o que equivaleria a mais de 300g para um adulto com 60Kg.
Entretanto há alguns relatos de intoxicação e até morte de ruminantes (gado e caprinos) após a ingestão de grande quantidade de folhas e flores, cerca de 20Kg de peso corporal (em torno de 16Kg para urna vaca de 800Kg).
Bibliografia :
BUNN, Karl., Glossário da Medicina Oculta de Samael Aun Weor., Editora Samael Aun Weor, 2012.
FERRI, Mário Guimarães - Botânica: Morfologia externa das plantas: organografia., NBL Editora, 1981
LORENZI, Harri, Francisco José de Abreu Matos - Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas., Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2002
MOREIRA, Frederico., As plantas que curam: cuide da sua saúde através da natureza., Ryoki Inoue Produções, 1971