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sábado, 14 de dezembro de 2019

aroeira, aroeira-preta, aroeira-do-sertão, uriunduba[4], aroeira-do-campo e aroeira-da-serra

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Como ler uma infocaixa de taxonomiaUrundeúva
Aroeira arvore.jpg
Estado de conservação
Espécie deficiente de dadosDados deficientes
Classificação científica
Reino:Plantae
Divisão:Anthophyta
Classe:Magnoliopsida
Ordem:Sapindales
Família:Anacardiaceae
Género:Myracrodruon
Espécie:M. urundeuva[1][2][3]
Nome binomial
Myracrodruon urundeuva
(Allemão) Engl.
Sinónimos
Astronium juglandifolium Griseb.
Astronium urundeuva (Fr.All.) Engl.
urundeúva (Myracrodruon urundeuva, classificada anteriormente como Astronium juglandifolium e Astronium urundeuva) é também conhecida como aroeiraaroeira-pretaaroeira-do-sertãouriunduba[4]aroeira-do-campo e aroeira-da-serra. A partir do ano de 2019 a espécie saiu da lista vermelha de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais a qual é citada como Astronium urundeuva. No estado de São Paulo, no Brasil, ocorre em ecótonos com vegetação de cerrado na floresta estacional semidecidual do noroeste e na decidual de transição, estando na lista oficial das espécies ameaçadas naquele estado, na categoria VU (vulnerável).[5] Suas flores são insignificantes, se reunindo em grandes inflorescências. Seu fruto é uma pequena noz, encimada por um cálice que se parece com um paraquedas[4].
É nativa da caatinga e do cerrado, desde o estado do Ceará até o estado do Paraná, no Brasil. Encontrada também na ArgentinaParaguai e Bolívia. Embora os dados sejam insuficientes, a urundeúva é superexplorada devido a sua madeira resistente e agrupamentos dessa árvore, que antigamente era dominante na caatinga, estão desaparecendo. A madeira da urundeúva contém tanino, é pardo-avermelhada, dura e imputrescível, própria para ser usada em obras externas[4], como dormentes de linhas férreas, postes e na construção civil.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

aroeira


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Schinus molle
Classificada também, pelos botânicos, como Lithraea molleoides, seu nome em guarani significa abundante cabeleira, em alusão à copa com ramos pendentes. Seu uso, na medicina indígena desse povo, é aplicado como como calmante para a dor de ouvidos e como cicatrizante, além de ser um ótimo anti-diarreico, um bom remédio para o tratamento de úlceras e aumentar o fluxo menstrual.
O conquistador, historiador e cronista Pedro Cieza de León escreveu, entre os anos de 1540 e 1550, sua Crónica del Perú, depois de ter recorrido esse país. Nela assinala assuntos como: geografia, etnografia, flora e fauna e, no capítulo 113, trata sobre a aroeira e seu aproveitamento pelos incas e quéchuas, que preparavam uma bebida alcoólica fermentada, similar a chicha, desde mil anos antes da Era Cristã. O historiógrafo espanhol também fala sobre os vinagres e melados feitos com os frutos e do xarope que eles produzem misturado com milho para fazer saborosos mingaus. Atualmente esses frutinhos vermelhos são misturados à pimenta do reino e vendidos como pimenta rosa; seu sabor é delicioso e não é picante, podendo ser usados para aromatizar peixes e decorar sorvetes.
Schinus molleA árvore é muito resistente às várias condições climáticas e pode ser melhor aproveitada nos projetos paisagísticos. Tenho visto magníficos exemplares em Mendoza, Argentina, onde as temperaturas no inverno são abaixo de cero grau e no verão alcançam cerca de 40º. Sua adaptabilidade é tanta que torno-se invasiva nas savanas semi-desérticas de África do Sul, invadindo áreas de pastagens.
  • Sinônimos estrangeiros: Aguaribay, molle, moye, aguaraiba, gualeguay, pimentero, molle del Perú, especiero, molle de Castilla, bálsamo jesuita, pirul, lentisco, escobilla, pimientillo, pimiento del diablo, árbol de la pimienta, mulli, (em espanhol); urundey-pita, urunei-yba,ybá-guassu, (no Paraguai); pepper tree, false pepper, peruvian pepper, peruvian master, californian pepper treepeppercorn tree, brazillian peppertree, (em inglês); Lentisque, poivrier d´Amerique, poivrier du Perou, (em Francês); pimenteira bastarda, (Portugal); Pfefferstrauch, (em alemão).
  • Família: Anacardiaceae.
  • Características: Árvore com copa globosa e ramos pendentes que lembram o Chorão (Salix babylonica).
  • Porte: 6 a 15 metros; em climas mais cálidos desenvolve menos em altura e alcança diâmetro de copa maior.
  • Fenologia: Primavera, frutificando no verão.
  • Cor da flor: Branca.
  • Fruto: Vermelho, em cachos pendentes.
  • Cor da folhagem: Verde clara.
  • Origem: Pampas e Mata Atlântica no Sudeste e Sul do Brasil. Norte e centro da Argentina, Chile Central, Uruguai e desertos andinos do Peru, Equador e Colômbia.
  • Clima: Temperado, subtropical. Tolerante a geadas e estiagem.
  • Luminosidade: Sol pleno.