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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

palmeira-dama, ráfia

palmeira-dama, ráfia


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaRaphis excelsa
palmeira-dama, ráfia
Rhapis excelsa
Rhapis excelsa
Classificação científica
Reino:Plantae
Divisão:Magnoliophyta
Classe:Liliopsida
Ordem:Arecales
Família:Arecaceae
Gênero:Rhapis
Espécie:R. excelsa
Nome binomial
Rhapis excelsa
(Thunb.A.Henry
Rhapis excelsa (Thunb.A.Henry é uma espécie botânica pertencente à família Arecaceae.[1] É popularmente conhecida pelo nome de palmeira-ráfis ou palmeira-dama e é originária da China. É muito usada para decoração de interiores, mas no Brasil também é amplamente usada em jardins.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Quando adulta, alcança de 2 a 4 metros de altura, com vários troncos finos, revestidos com fibras espessas, com um aspecto muito interessante. As plantas podem ser masculinas ou femininas. As inflorescências são muito ramificadas, com flores amareladas, e não possuem muito destaque. Cresce melhor em ambientes com luminosidade baixa e média e prefere temperaturas medianas, mas suporta baixas temperaturas por algum tempo. Não tolera geadas e exige níveis altos de umidade do ar (60%). Possui um crescimento relativamente lento. É adequada para cultivos em vasos destinados a interiores iluminados, para cultivo em touceiras isoladas ou formando grupos, a pleno sol ou meia-sombra, com solo fertilizado e de boa drenagem.

Reprodução[editar | editar código-fonte]

Multiplica-se principalmente por divisão de touceiras, plantadas na primavera. Faz-se separando as brotações laterais e plantando-as em outros locais ou vasos.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

palmeira Ráfia (Raphis excelsa)


Raphis excelsa
A palmeira ráfia pertence à família das Palmáceas e é originária da China. É muito indicada para o cultivo em ambientes internos, onde pode alcançar até 3 m de altura. Apresenta caules paralelos e recobertos de fibras. Suas folhas são palmadas, de coloração verde-escura.
Seu crescimento é lento e pede regas bem espaçadas, suportando solo mais seco. O clima indicado é o ameno, tendendo mais para o frio. Cultive-a em solo areno-argiloso, usando a seguinte mistura: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal, 1 parte de fibra de coco (pode ser substituído por composto orgânico) e 1 parte de areia.
É suficiente adubar uma vez por ano, de preferência na primavera, usando uma formulação NPK (10-10-10) e um pouco de húmus de minhoca.
A ráfia é uma das plantas que melhor se adapta em ambientes com pouca luminosidade. Você tem que verificar se o vaso comporta o tamanho da planta para que haja terra suficiente para planta se desenvolver.
A terra tem que ser de boa procedência, não importa se a terra é muito argilosa ou arenosa, desde que seja de procedência confiável. O vaso deve ser bem montado, com uma camada de drenagem e depois a terra.
Pode colocar pedriscos, seixos, ou casca de árvore como forração. O mais importante é a agua. Se a planta ficar dentro de casa onde não bata sol direto, 1 rega por semana é suficiente. E quando a planta “secar” observe bem essa secagem da folha:
* Se a folha ficar seca, quebradiça, é por falta de água.
* Se a folha ficar marrom-avermelhada, é excesso de água.
Raphis-excelsa
É adequada para cultivo em vasos destinados a ambientes internos iluminados ou meia sombra – evite o sol pleno porque queima suas folhas.
A terra deve ser fertilizada e sempre úmida. A poda das folhas deve ser feita nas pontas. Basta cortar em forma de lança – fazer um “V” na extremidade, retirando as “pontas duplas” de cada folha. Pode-se também cortar o ramo seco no início do seu caule.
Lembre-se de jamais colocá-la exposta ao sol direto, principalmente no horário de maior incidência solar. Mantenha sua ráfia em ambientes internos, mas que tenha luz. O ambiente deve ser iluminado, com sol indireto. Assim você manterá sua palmeira sempre verdinha e linda.
A palmeira ráfia gosta da terra úmida mas não encharcada. Vale passar um paninho úmido em cada folha para retirar a poeira e deixá-la brilhando.
Quando é preciso trocar de vasoExistem inúmeras diferenças entre o cultivo de plantas num jardim e o cultivo de plantas em vasos, mas a principal delas é a necessidade do transplante no cultivo em vasos.
Raphis excelsa-1
Veja quando e como realizar esta tarefa.O cultivo de plantas em vasos nos permite ter dentro de casa as mais variadas espécies. É claro que para mantermos as plantas bonitas e saudáveis é preciso alguns cuidados especiais, principalmente com relação à luminosidade, temperatura, adubação e regas. Mas, existe também um outro fator fundamental, que muitas vezes é esquecido: o transplante.
No jardim, as raízes das plantas têm espaço e liberdade para crescer e podem buscar na terra toda a água e nutrientes necessários para o seu desenvolvimento. Mas nos vasos essa liberdade fica limitada.
Com o tempo, mesmo com adubações regulares, a qualidade do solo fica prejudicada e o espaço para a expansão das raízes torna-se pequeno. Daí a necessidade do transplante.
Mas, como saber quando transplantar nossa plantinha? Alguns sinais podem indicar o momento certo. Eis alguns:
* raízes saindo pelos furos de drenagem;
* partes das raízes aparecendo na superfície da terra;
* o vaso começa a ficar pequeno em relação ao tamanho da planta;
* florescimento escasso ou inexistente;
* aparecimento de folhas muito pequenas ou defeituosas;
* raízes formando um bloco compacto e emaranhado.
Passo-a-passo 
Para facilitar o trabalho com o transplante de plantas, faça tudo planejado, em etapas:
1- No dia anterior ao transplante, de preferência à noite, comece os preparativos: regue todas a plantas que serão transplantadas, para facilitar a retirada do vaso. Limpe bem os vasos que serão utilizados.
Se for utilizar vasos novos de cerâmica ou barro, mergulhe-os num tanque cheio de água até que parem de soltar bolhas. Isso ajuda a limpá-los bem e impedem que absorvam a umidade da mistura de terra que será colocada.
2 – Antes de iniciar o trabalho, escolha um local sombreado. Separe todas as plantas que necessitam de transplante e deixe todo o material necessário à mão (vasos, ferramentas, mistura de solo, cascalho para ajudar a drenagem, etc).
3 – Prepare a mistura de terra ideal para o replantio e reserve. Coloque cascalhos para drenagem no fundo do vaso, de forma que não obstruam totalmente o furo, prejudicando o escoamento do excesso de água.
4 – Coloque uma parte da mistura de solo no fundo do vaso e reserve.
rhapis-excelsa (Medium)
5 – Agora é a hora de retirar a planta do vaso. A terra um pouco umedecida facilita o trabalho. No caso de haver muita compactação, afofe a terra superficialmente e passe uma faca de lâmina comprida entre o vaso e o torrão.
6 – Se a planta estiver num vaso pequeno, coloque a mão espalmada por baixo das folhas, cobrindo a superfície da terra e firmando as hastes entre os dedos. Vire o vaso para baixo e, para facilitar, bata-o levemente na beirada de uma mesa ou balcão.
Normalmente, a planta sairá com facilidade, mas se isso não acontecer, evite puxá-la com força. Volte o vaso na posição inicial e tente soltar o torrão passando a faca novamente. Se houver nova resistência, quebre o vaso.
7 – Para retirar uma planta de um vaso grande, passe a lâmina de uma faca longa entre o torrão e o vaso. Deite o vaso na mesa e bata levemente com um pedaço de madeira nas laterais para soltar o torrão.
Segure a planta com uma das mãos e vá virando o vaso lentamente, batendo devagar em toda a superfície. Quando perceber que o torrão está solto, puxe a planta delicadamente com o vaso ainda deitado.
8 – Com a mistura de solo já firmada no fundo do novo vaso, posicione o torrão da planta bem no centro. Na maioria dos casos, o topo do torrão deve ficar entre 2 e 5 cm abaixo da borda.
9 – Continue a colocar a mistura de solo, pressionando-a nas laterais para firmar bem a planta. Espalhe mais um pouco da mistura por cima e observe que a terra deve cobrir as raízes, sem encostar nas folhas inferiores.
Para eliminar as bolhas de ar e acomodar a terra, bata o vaso levemente sobre a mesa e depois pressione a superfície com os dedos.