domingo, 11 de março de 2018

Echeveria lilacina.

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Tipo: natural. Distribuição: México (Nuevo León, próximo a Rayones), descobertas/ descritas em 1980.

Família: Crassulaceae

Cresimento: rápido o suficiente na primavera, verão, outono.

Interiores: não, esta planta não é indicada para interiores.

Regas: uma vez a cada 10 dias no verão.

A Lilacina cresce até 17cm de diâmetro e seu caule pode ter até 5cm de comprimento. Suas folhas são verde-escuro porém cobertas com um pó ceroso que a deixam com uma cor branco-rosada-lilás. É uma espécie de crescimento lento, e tolerante à falta de água. Na natureza, cresce em lugares rochosos e em altas altitudes.A criação de mudas através de folhas é difícil, mas possível.

Nível de dificuldade: chatinha.

Fonte: conhecimento próprio; http://www.crassulaceae.ch/de/artikel?akID=48&aaID=2&aiID=L&aID=1432;http://www.cactus-art.biz/schede/ECHEVERIA/Echeveria_lilacina/Echeveria_lilacina/Echeveria_lilacina.htm

Echeveria Perle von Nürnberg

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Família: Crassulaceae
Tipo: híbrida
Interiores: não indicada para interiores
"É uma planta híbrida produzida pelo criador alemão Alfred Gräser nos anos 30. "Pais" E. gibbiflora 'Metallica' e E. elegans 'Potosina. Esta é um dos melhores echeverias e uma das mais belas plantas que se pode cultivar. As plantas são de tamanho médio e as folhas são um violeta brilhante, profundo, rosa com uma borda esbranquiçada. "

"Nota :
As flores indicam claramente que o parentesco dado pelo criador não está correto. Pelo menos um dos pais já deve ter sido um híbrido - mais provável que E. gibbiflora 'Metallica' não seja um dos "pais"."

Não é uma planta de fácil cultivo. Cria brotos a partir de folhas mas tmbém não é algo fácil.

Echeveria black prince

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Tipo: Híbrida: Echeveria affinis x Echeveria shaviana
Família: crassulaceae
Crescimento: rápido na primavera, verão e outono.
Interiores: esta planta não é indicada para interiores.
Sol: sol pleno.
Regas: esta planta é sensível à água. Recomenda-se molhar pouco e sem molhar a planta.
Reprodução: por folhas ou mudas que nascem na parte debaixo da planta.

A Echeveria Black Prince é uma suculenta do tipo que forma uma roseta, que pode chegar a até 15cm em diâmetro. Suas folhas mudam de cor dependendo das condições em que a planta vive, variando do verde folha ao verde bem escuro, marrom e até quase preto. Suas flores são vermelhas. Mudas: é possível fazer mudas de folhas com facilidade, principalmente de plantas grandes. Mudas também nascem na parte de baixo da planta

Echeveria pulidonis.

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Origem: México, Hidalgo: Beristain.
Tipo: natural
Família: Crassulaceae
Subfamília: Sedoideae
Tribo: Sedeae Subtribo: Sedinae
Gênero: Echeveria
Iluminação: Sol pleno.
Interiores: Esta planta não é indicada para interiores.
Crescimento: primavera, verão.
Resistência ao frio: -8 graus Celsius.
Reprodução: por folhas e por mudas laterais.

É uma suculenta em forma de roseta, com folhas verde claras e compridas, com as bordas avermelhadas. Ela pode chegar a 14cm de diâmetro. Suas flores são amarelas e a floração ocorre no inverno. É uma planta fácil de cuidar.

Echeveria goiabinha.

A imagem pode conter: planta, atividades ao ar livre e comidaÉ uma suculenta brasileira, híbrida, porém não se sabe entre quais plantas. Ela surgiu, de forma não controlada, pelo que eu saiba, em um criador de suculentas brasileiro. O nome é um apelido e ela não é registrada oficialmente no site crassulaceae.ch.

A goiabinha é uma Echeveria monstruosa. O termo "monstruosa" é dado para uma anomalia genética que pode ocorrer nas plantas, bem como o "variegata" e o "cristata". Uma planta monstruosa fica com a aparência diferente do normal, com folhas com formatos estranhos, podem ocorrer listras e uma deformação do miolo. Todas características presentes na goiabinha.

Muitas suculentas, talvez todas, não possuo esta informação, podem sofrer estas anomalias genéticas, e todas têm suas versões monstruosas, variegatas e cristatas.

A goiabinha, no entanto, tem somente a planta monstruosa. Não há uma "normal". Por isso considero esta planta bastante incomum.

Ela parece ser bastante susceptível à fungos. Por isso, recomenda-se passar fungicida (sulfato de cobre), de 15 em 15 dias.